
| Curiosidades | ||||
| Não há certeza do local de origem do Labrador, existem duas hipóteses: 1) Originado na península do Labrador. 2) O que é mais provável, originado na ilha de Terranova.
Esse extraordinário cão tinha como principal função a de ir buscar coisas perdidas pelos barcos e desenganchar redes, por ser um extraordinário Retriever, o Labrador adorava esse serviço e entra em águas das mais geladas às mornas.
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O labrador é considerado um dos cães mais inteligentes do mundo por sua capacidade de Retriever tanto na água quanto em terra. Ele é também um cão calmo, não late, não é agressivo, mas protege o dono e chega a dar a sua própria vida para proteger seu mestre. Ele é chamado de "CÃO FAMÍLIA", pois alguns Labradores, quando ficam algum tempo sem seu dono, entra em depressão, e chega à morrer de tristeza. Por isso, nunca, nunca mesmo compre um Labrador para deixá-lo sozinho. Devo lembrar que o Labrador é um cão muito guloso, que só pensa em comer, e não se deve dar comida à ele fora de horário, para não confundir ele. Ele é um cão que aprende as coisas, pois gosta de ver o dono feliz, mas não devemos, por isso, forçar o cão a aprender coisas além de sua capacidade. Ele também é usado como guia para cegos e ajuda à deficientes físicos, pois gosta de qualquer coisa que faça e que faça o dono feliz.
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O trabalho com cães de resgate no Brasil é desenvolvido apenas nos estados de S. Paulo, Distrito Federal, Santa Catarina e Rio de Janeiro. A maioria dos animais é treinada em corporações militares, como Exército, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, desempenhando um papel fundamental na localização de pessoas perdidas em florestas, desabamentos e soterramentos. A capacidade de trabalho de um cão farejador para localizar pessoas equivale a 20 homens desempenhando a mesma função de busca, sendo que o animal pode realizar a tarefa em um tempo muito menor.
Escrito por laklobato em 19/05/2009 Por Ana Paula Ferraz
“Os registros mais remotos sobre associação de treinamentos de cães guia são de Viena, Austria, em 1819.
Johann Wilhelm Klein fundou o Instituto para Cegos em Viena, e começou a treinar cães guia. Mas infelizmente, Klein não recebeu grande apoio para seu projeto.
Cem anos depois, com o final da I Guerra Mundial, o médico alemão Gehard Stalling,compadecido com a cegueira de veteranos de guerra da Alemanha, resolveu investir no treinamento de cães, fundando uma escola de treinamento.
Este artigo inspirou um milionário americano e cego, Morris Frank, a contactar Dorothy Eustins a conversar mais a respeito desse treinamento de cães.
Frank viajou no mesmo ano para a Suiça, onde tinha um grande centro de treinamento de cães guia e ficou maravilhado com o que soube.
Frank entrou em contato novamente com a Sra. Eustins e a convenceu a treina-lo a saber usar um cão guia.
Assim, Eustins e Frank montaram a primeira escola de cães guia dos EUA, a “ The Seeing Eye”, em 1929.
Frank fundou nos anos 30 uma entidade filantrópica nos EUA, que doa cães guia para cegos que não podem arcar com os custos de treinamento de cães.
Os cães começam a serem treinados aos 6 meses de idade.
Frank teve um papel importante não somente no pioneirismo de ter fundado a primeira escola no gênero nos EUA, mas também na aceitação de cães guias em locais públicos nos EUA, servindo de inspiração para outras pessoas cegas na Europa, que assim como ele, buscavam independência e o direito de circularem com seus cães guias livremente.
Barrado em um restaurante em NY por estar com um cão e querer entrar com ele, Frank entrou na justiça contra esse preconceito, porque se o cão era para guia-lo, ele deveria ser aceito nos locais onde a pessoa que era guia ia.
A primeira cidade americana a aceitar cães guias em locais públicos foi NY.
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| autor: Dr. Márcio Infante Vieira data: 01/01/2009
O Labrador é muito inteligente, perspicaz e fácil de ser treinado ou adestrado e aprende com facilidade e rapidez. É um dos mais incríveis e versáteis cães, podendo ser utilizado em diversas atividades, dentre as quais ressaltamos as seguintes:
ATIVIDADES AO AR LIVRE: É um grande companheiro em diversas atividades esportivas como nadar em piscinas, rios ou no mar pois, além de gostar de água, ele é um grande nadador.
GUIA PARA DEFICIENTES VISUAIS: Devido ao seu temperamento calmo e equilibrado, o Labrador é um excelente cão para servir de guia para deficientes visuais, sendo muito apreciado nessa atividade, pois possui todas as qualidades ou características exigidas para exercer essa função: AUXÍLIO A PESSOAS COM DEFICIÊNCIA DE LOCOMOÇÃO: O Labrador é um dos melhores cães para servir de companhia e para ajudar deficientes físicos, auxiliando-os e até substituindo em diversas atividades, como protege-los de ataques, buscar objetos e traze-los para seu dono, fazer compras em jornaleiros, mercearias, etc., abrir e fechar portas, ligar alarmes contra ladrões, incêndios, etc., pedir socorro, etc.
AJUDA A DEFICIENTES AUDITIVOS: É um trabalho muito importante e o Labrador o faz com a maior eficiência, pois aprende a reconhecer uma série de sons, ligando-os a determinados fatos e chamando a atenção do seu dono.
BUSCAS A DESAPARECIDOS EM ESCOMBROS E AVALANCHES: Devido ao seu apurado faro, ao seu espírito de iniciativa, à sua persistência e à sua inteligência, além de ser um excelente retriever, o Labrador tem sido muito empregado no resgate às vítimas de desabamentos de prédios e de outras construções, em desmoronamentos de barrancos, de morros, de minas, etc., inclusive causados por terremotos, temporais e avalanches, salvando milhares de pessoas.
SALVA-VIDAS:Desde o século XIX o Labrador já vem sendo muito empregado em salvamentos, principalmente no mar, inclusive em regiões geladas.
AÇÃO ANTIDROGAS: Devido ao seu apurado faro ou olfato que resiste, inclusive, às mais baixas temperaturas ou às suas variações bruscas, o Labrador está sendo cada vez mais empregado com sucesso no combate às drogas, farejando e acusando a sua presença em bagagens, cargas e correspondências. DESCOBERTA DE EXPLOSIVOS: Também essa é a missão que o Labrador desempenha com a máxima eficiência, quando treinado para isso, ou seja, a descoberta de explosivos em bagagens, depósitos, aviões e em outros meios de transporte, em aeroportos e em outros locais como, por exemplo, prédios em que haja suspeita da existência de bombas. |